terça-feira, 9 de agosto de 2011

PARTICIPAÇÃO...


Plano Plurianual Participativo RS (2012-2015)


O Plano Plurianual (PPA) é um grande plano de Governo que orienta a elaboração e a execução das políticas públicas para tratar do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. Ele também define a orientação estratégica do governo, as prioridades e as metas concensualizadas com a sociedade para um período de quatro anos, neste caso, de 2012 a 2015.

Agora vamos participar? 

http://www.participa.rs.gov.br/

Atividade do Cartão Pergunta e Resposta - 5 º série/6º Ano

 Qual é o nome da grande explosão que deu origem ao Universo? “Big Bang”

A Lua é? Um satélite da Terra.

O que é o Sol? Uma estrela.

A radiação (energia solar) gera alguns fenômenos na Terra. Quais são?  Movimento as correntes atmosféricas e marítimas, evaporação da água que depois cai como chuva e neve, favorece o processo de fotossíntese das plantas que fornecem energia para a sobrevivência dos organismos vivo (base da cadeia alimentar).

Como é a Terra vista do espaço? Uma esfera azul com manchas marrons e verdes, os continentes.

Qual é a ciência que estuda o Universo?  Astronomia.

Observando os movimentos do Sol, da Lua e da Terra, o que foi possível criar? Os calendários.

De que é formado o sol? Hidrogênio e Hélio.

Quais as características de Vênus? Suas características são atmosfera irrespirável e é circundado por uma pesada nuvem que torna a superfície muito quente.

Como é o relevo de Vênus? É cheio de crateras, montanhas e vulcões, e tem duas grandes planícies.

Em 2000, os cientistas fizeram uma descoberta em Marte. O que descobriram? Água.

Quais são os satélites de marte? Fobos e Deimos.

Onde encontramos energia? Na natureza.

O universo continua se expandindo desde a explosão inicial. Quais os elementos que geram esse movimento? Os elementos que se relacionam são a energia, a matéria, o espaço e o tempo.

Quantos dias, Vênus leva para girar em torno de si mesmo no Sistema Solar? 243 dias

Como é o relevo de Mercúrio? Cheio de crateras como a Lua.

Por que em Mercúrio o calor e o frio são insuportáveis? Quase não existe atmosfera no planeta.

O que acontecerá quando diminuir o hidrogênio no centro do Sol? O Sol irá crescer e o seu calor queimará todos os planetas, inclusive a Terra.

Como é conhecido Marte? O planeta vermelho

O que é energia? É força em ação.






segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PESQUISANDO SOBRE O UNIVERSO NO IBGE TEEN

No site do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, criado em 1938) existe um link elaborado para os estudantes e educadores pesquisarem. Nele encontramos inúmeras informações e representações úteis sobre os temas que estudamos na sala de aula. Um deles é sobre o surgimento do Universo, a Teoria do "Big Bang". E em escala menor, dentro do Universo, a Via Láctea e o Sistema Solar. Pensando, principalmente, no planeta Terra fazendo parte deste sistema. 
Vamos bisbilhotar o Universo?
1. http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/
2. http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/atlasescolar/index.shtm

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Video Marcelo Adnet: "Sou FIFA"

http://www.youtube.com/watch?v=tSJyWbaJmMU

Brasil de Fato - Jornal (http://www.brasildefato.com.br/node/7027)

Site ajuda a controlar gastos com megaeventos

03/08/2011


Da redação

O controle da população sobre a preparação do Brasil para a Copa do Mundo e as Olimpíadas ganha mais uma ferramenta a partir da internet. No dia 20 de julho, o Instituto Ethos lançou, em parceria com mais de 70 entidades, o site Jogos Limpos Dentro e Fora dos Estádios.

A página reúne informações sobre o emprego de recursos públicos e a situação de obras como aeroportos, estádios e portos, além de divulgar informações sobre os impactos econômicos, sociais e ambientais gerados pelos megaeventos. Por meio da agenda do site, também é possível acompanhar as principais atividades relacionadas aos eventos nas cidades-sede, como seminários, debates e audiéncias públicas.

A iniciativa faz parte do projeto Jogos Limpos, que existe desde o ano passado com o objetivo de aumentar a transparência e o controle social dos investimentos nas obras de infraestrutura dos megaeventos esportivos.

A estimativa de investimento para a Copa do Mundo de 2014, atualmente, gira em torno de 23 bilhões de reais, mas é provável que a cifra aumente até a conclusão das obras. Foi o que ocorreu com os Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro. Inicialmente orçados em 500 milhões de reais, o evento teria custado cerca de 4 bilhões de reais.

Problemática Urbana

A Copa do Mundo e os interesses da população (Revista Caros Amigos)

Por Fernando Paganatto e Mateus Novaes


Desde o anúncio da cidade de São Paulo para um a das sedes da Copa do Mundo e a consequente escolha do futuro estádio do Corinthians, no bairro de Itaquera, como um dos palcos dos jogos do mundial, vivemos um furor com a perspectiva de assistirmos a este grande evento, enfim realizado em nossa terra após 64 anos distante do país do futebol e, ainda, com o sonho de valorização da cidade e uma melhora nas condições de vida com o legado que o campeonato deveria deixar.

Nós, como torcedores, também comemoramos a escolha do Brasil e nos alegramos com a possibilidade de participarmos de um evento desta importância. Porém, o que a história dos últimos mundiais demonstra, bem como as ações do Comitê Organizador Local (COL) e do poder público é que a Copa, ao invés de ser instrumento democrático de inclusão, como o futebol sempre foi, tem estado a serviço de outros interesses, como a especulação imobiliária, o mau uso do dinheiro público e o favorecimento de grandes empresas, como as empreiteiras e os patrocinadores do evento. Isso fica evidente quando atentamos para o fato de que o controle das obras e as decisões sobre a organização do mundial ficam somente sob o jugo da FIFA, COL/CBF e seus parceiros comerciais, excluindo a população do debate.
Com isso, participar deste mundial como espectador será privilégio para poucos. Os jogos amistosos da seleção brasileira utilizados como prévia para a Copa – contra a Holanda, no Serra Dourada (Goiânia), e contra a Romênia, no Pacaembu (São Paulo) – tiveram seus ingressos mais baratos vendidos, respectivamente, a R$ 150 e R$ 140 e os mais caros a R$ 800. Em um país onde metade da população vive com até um salário mínimo (R$ 545), representaria desembolsar ao menos 26% de sua renda mensal para assistir a um jogo no assento mais barato. E isso não é só para o mundial. Em levantamento feito pela ANT-SP, de acordo com a expectativa de lucros da diretoria corintiana, para que a obra do estádio seja comercialmente viável, os ingressos para os jogos do clube deverão sofrer uma variação de 96% em relação ao valor atualmente cobrado no Pacaembu, chegando a uma média de R$ 75,00, equivalente a 14% do salário mínimo.

Quando afirmamos que os interesses da população não estão sendo levados em consideração, estendemos este alerta para o que chamamos de “legado da Copa do Mundo”. O fato é que os investimentos em obras de infraestrutura, que vêm dentro do pacote para o evento, não estão sendo pensados para atenderem os atuais moradores das regiões dos estádios nas cidades-sede. Os bairros carentes escolhidos como locais de intervenção para o mundial, não os foram para trazer o desenvolvimento para uma população empobrecida e sim como um plano de valorização imobiliária das regiões. É o caso de Itaquera, onde as obras para a Copa do Mundo incluem novas vias de acesso e um inconsequente parque linear, para o qual estão previstas desapropriações de favelas, que há muito ocupam áreas de risco e jamais receberam a devida atenção do Estado, e a manutenção de condomínios de padrão mais elevado, contrastando com o tratamento voltado aos moradores mais vulneráveis.

Isso implica dizermos que a própria obra do estádio na região, como praça de eventos, segue a linha de transformar um bairro que hoje abriga uma população pobre, em uma região nobre, com imóveis mais caros, para um público de poder aquisitivo maior. Sendo assim, com a valorização imobiliária, além da população que será removida para dar espaço às obras de infraestrutura e lazer, haverá uma expulsão gradativa de moradores e comerciantes locais. Isso porque com o aumento do valor do metro quadrado, aumentam também aluguéis, impostos, valores de condomínio e, assim, todo o custo de vida que subirão para além das possibilidades dos atuais moradores da região. Estas pessoas serão levadas a mudar-se para bairros mais afastados e com menos assistência do poder público, que reflete na precariedade de transporte público, saneamento básico, emprego, hospitais, etc. Sendo assim, a população que antes vislumbrava uma melhora de vida com o legado da Copa, terá, na verdade, uma piora em suas condições através da ampliação da exclusão social.

Por conta desse cenário, vários grupos têm se mobilizado para resistir a este processo de ataque a direitos básicos do cidadão. É o caso dos comitês populares nas cidades-sede, que reúnem várias associações de moradores dos bairros atingidos e movimentos sociais pelo direito à moradia – incentivados a se formarem pela relatora especial para o direito à moradia das Nações Unidas, Raquel Rolnik – o Tribunal Popular da Terra, que acontecerá este ano e discutirá o uso da terra no Brasil e da ocupação do espaço urbano, e nós, da Associação Nacional dos Torcedores e Torcedoras, que não queremos ver o futebol como instrumento nem como desculpa para a violação de direitos humanos.

Alguns fatos corroboram nossa tese de aumento da exclusão a partir da expulsão da população vulnerável das regiões de interesse do mercado imobiliário para áreas mais afastadas. Assistimos nos últimos meses, em todo o país, ataques sistemáticos às populações carentes, como despejos sem planejamentos que visem a garantia dos direitos destas famílias. O caso do Rio de Janeiro é emblemático: moradores sendo removidos há 50 quilômetros de suas antigas moradias em zonas sem o mínimo de recursos do estado. Bem como, muitas famílias que hoje têm suas casas irregulares, têm sido desapropriadas sem o recebimento de qualquer indenização. Como se a favelização em bairros mais periféricos, escondendo-a de turistas e da classe média, resolvesse o problema.

Nós, da ANT, somos favoráveis à realização da Copa do Mundo no Brasil. Porém, que seja feita para atender aos anseios da população e não de uma minoria privilegiada. Portanto, entendemos que a participação do povo na fiscalização do uso do dinheiro público, na cobrança para que o Estado garanta a ética e o respeito aos brasileiros, e nas decisões sobre o futuro das obras, é fundamental. Se não nos posicionarmos firmemente, o lobby das grandes empresas e seus parceiros organizadores ficarão livres para atuarem unicamente em defesa de seus próprios interesses.



Mateus Novaes e Fernando Paganatto são membros da Associação Nacional dos Torcedores e Torcedoras – ANT e constroem o Tribunal Popular da Terra.

A Geografia Fora da Sala de Aula


Olá caríssimos estudantes,
Estou criando este blog para que nossas atividades em sala de aula se tornem cada vez mais interessante. Espero que com o nosso trabalho possamos concretizar esse objetivo.
Um ótimo trabalho para nós!
Abraço,
Milene.